Entre em contato para mais informações.
A teleconsulta pode ser agendada como uma forma alternativa para a consulta presencial de retorno do paciente, referente a mesma queixa tratada na consulta presencial inicial, e caso não seja necessário um novo exame físico do paciente para acompanhamento. O retorno deve ser agendado para até 30 dias após a consulta inicial.
Se refere a uma sessão para orientação de manejo do animal de estimação. Nesta, não é realizada qualquer tipo de definição diagnóstica, conduta terapêutica, solicitação de exames ou prescrição. A depender do caso, pode virar uma teletriagem, com a indicação para agendar consulta veterinária ou o atendimento com um especialista.
A endocrinologia e metabologia veterinária é a especialidade que avalia doenças relacionadas aos hormônios, às glândulas endócrinas e ao metabolismo de cães e gatos.
Entre as principais condições acompanhadas estão diabetes mellitus, hipercortisolismo — também conhecido como síndrome de Cushing —, hipoadrenocorticismo — doença de Addison —, hipotireoidismo, hipertireoidismo, alterações de colesterol e triglicérides, obesidade, resistência à insulina, e alterações hormonais em geral.
A consulta endocrinológica pode ser indicada quando o pet apresenta sinais como aumento da sede e da urina, ganho ou perda de peso sem explicação, fome excessiva, cansaço, queda de pelos, alterações de pele, fraqueza, tremores, vômitos recorrentes ou exames laboratoriais com alterações relacionadas a esta área.
O diagnóstico costuma envolver avaliação clínica, histórico detalhado e exames complementares específicos. Quanto mais cedo essas alterações são investigadas, maiores são as chances de controlar a doença e melhorar a qualidade de vida do animal.
Os atendimentos são disponibilizados para cães e gatos.
Não, são realizados apenas atendimentos agendados. Para casos de urgência/emergência deve-se procurar o hospital veterinário da sua confiança.
É possível realizar o agendamento via e-mail e WhatsApp.
É possível se comunicar via e-mail e WhatsApp. As mensagens serão respondidas em horário comercial, conforme a disponibilidade.
Se possível, sim, pois cerca de 85% dos diagnósticos são formulados a partir da obtenção do histórico detalhado do animal. Quanto mais informações a pessoa puder fornecer, maiores as chances de formular hipóteses diagnósticas adequadas e solicitar os exames necessários.
Para consultar o valor e a forma de pagamento dos serviços oferecidos, por favor, entre em contato por WhatsApp ou e-mail.
Sim, na conta do Instagram @marinalouza.veterinaria são postados conteúdos com dicas e informações relevantes para os tutores de cães e gatos. E os tutores podem fazer comentários no post referente ao assunto abordado, caso tenha ficado alguma dúvida sobre a informação.
Os tutores dos pets sabem como é importante manter as vacinas em dia. Não apenas para preservar a saúde do seu animal de estimação, mas também para evitar problemas com a própria saúde, pois muitas doenças são transmissíveis às pessoas (zoonoses). É importante vacinar os cães e gatos ainda filhotes e fazer o reforço anual das vacinas. As vacinas essenciais para cachorros são a proteção múltipla e contra a raiva, e há vacinas opcionais, sendo estas a contra tosse dos canis e giardíase. Os gatos são vacinados com a proteção múltipla e antirrábica. Vale ressaltar que se deve fazer o reforço das vacinas anualmente.
Assim como para as pessoas, as vacinas dos animais têm uma data de validade. Por isso, a partir do momento em que atrasa uma dose, dependendo do número de dias, o seu pet fica desprotegido. Em alguns casos, se é uma dose de reforço, pode ser necessário tomar a vacinação completa novamente.
Normalmente, as creches solicitam que o animal tenha tomado as vacinas de proteção múltipla, contra raiva e contra tosse dos canis (gripe), assim como pode solicitar o controle periódico contra ectoparasitas e verminoses. A exigência pode variar conforme o estabelecimento.
Sim, os animais idosos também precisam ser vacinados porque eles também ficam expostos, seja pelo contato com pessoas que estavam fora de casa ou nas visitas a clínica veterinária e pet shop, entre outros. As doses precisam ser aplicadas uma vez por ano.
A principal razão é o fato de o filhote ainda não ter imunidade suficiente para entrar em contato com outros animais, assim como transitar por ambientes externos, como os parques. Sendo assim, ao contrair um verme, vírus ou bactéria, as chances de desenvolver um quadro grave são grandes. Além disso, vale lembrar que entre as doenças estão as zoonoses, ou seja, aquelas transmissíveis para seres humanos também.
É recomendado que o filhote saia a rua, pelo menos, um mês após completar o protocolo vacinal.
A alimentação deve ser adequada à espécie, idade, tamanho e condição de saúde do animal. Cães e gatos têm necessidades nutricionais diferentes. Geralmente, recomenda-se alimentos comerciais de alta qualidade formulados especificamente para cães ou gatos. É importante evitar alimentos tóxicos para pets, como chocolate, cebola, uva e entre outros.
Uma ração de boa qualidade deve ser completa e balanceada para a espécie, idade, porte, condição corporal e necessidades de saúde do pet. No rótulo, observe a indicação de uso, composição, níveis de garantia, validade, lote e dados do fabricante.
A qualidade não deve ser avaliada apenas por um ingrediente isolado ou por termos comerciais como “premium”, “natural” ou “holístico”. O mais importante é considerar o equilíbrio da fórmula, a digestibilidade, a clareza das informações no rótulo e o controle de qualidade da empresa.
Ingredientes como milho, trigo, tubérculos ou subprodutos não são necessariamente ruins. A escolha ideal depende da formulação completa e das necessidades individuais do animal. Em pets com doenças, alergias, obesidade ou diabetes, a dieta deve ser escolhida com orientação médico-veterinária.
Sim. A alimentação natural pode ser oferecida a cães e gatos, desde que seja formulada de forma segura, completa e individualizada. A dieta deve considerar espécie, idade, peso, condição corporal, rotina, fase de vida e possíveis doenças do pet.
O ideal é contar com orientação de um médico-veterinário com atuação em nutrição, que irá definir ingredientes, quantidades, preparo e suplementação adequados. Dietas caseiras sem orientação podem causar desequilíbrios nutricionais.
Também existem marmitas prontas, mas a escolha deve considerar a qualidade da empresa, a segurança do produto e a recomendação veterinária.
Cães e gatos têm necessidades nutricionais diferentes. Os gatos são carnívoros obrigatórios e precisam de nutrientes específicos em sua dieta, como a taurina, essencial para a saúde do coração e da visão. Por isso, não devem receber ração de cães como alimento habitual.
Já os cães têm maior flexibilidade nutricional, mas também precisam de uma dieta completa e balanceada para sua espécie, idade, porte e condição de saúde. A ração de gato, por ser geralmente mais calórica e rica em proteína e gordura, também não deve ser oferecida com frequência aos cães.
De forma geral, cada espécie deve receber um alimento próprio, formulado para atender às suas necessidades nutricionais.
Os sinais de doença em cães e gatos podem variar, mas algumas alterações merecem atenção: apatia, falta de apetite, vômitos, diarreia, constipação, perda ou ganho de peso, aumento ou redução da sede e da urina, cansaço fácil, tosse, espirros, coceira intensa, dor, dificuldade para respirar ou mudanças de comportamento, como agressividade, isolamento ou inquietação.
Nem sempre os sinais são evidentes, especialmente em gatos, que podem esconder sintomas de doença. Por isso, qualquer mudança persistente no comportamento, na alimentação, na rotina ou na aparência física do pet deve ser avaliada por um médico-veterinário.
Procure atendimento com mais urgência se houver dificuldade para respirar, desmaio, convulsão, sangramento intenso, dor importante, vômitos ou diarreia persistentes, tentativa de urinar sem conseguir, ingestão de substâncias tóxicas ou piora rápida do estado geral.
Quanto mais cedo o problema for identificado, maiores são as chances de tratamento adequado e recuperação.
A higiene regular é essencial para manter a saúde e o bem-estar de cães e gatos.
Ela inclui banhos periódicos, escovação dos pelos, higiene bucal, corte de unhas e limpeza de orelhas e olhos, quando necessário.
A frequência desses cuidados varia conforme a espécie, raça, tipo de pelagem, idade, condição de pele e estilo de vida do animal.
Além de ajudar a reduzir sujeira, odores e nós nos pelos, a rotina de higiene permite observar melhor o corpo do pet e identificar alterações como pulgas, carrapatos, feridas, vermelhidão, queda de pelos, nódulos ou sinais de alergia.
A higiene bucal também merece atenção, pois ajuda a prevenir placa bacteriana, tártaro, mau hálito, gengivite e doença periodontal. O ideal é utilizar produtos próprios para pets e acostumar o animal de forma gradual.
O ambiente onde o pet vive também deve ser mantido limpo. Comedouros e bebedouros devem ser higienizados diariamente, e camas, cobertores, brinquedos e caixas de areia devem ser limpos com frequência.
Por fim, tenha cuidado com produtos de limpeza. Algumas substâncias podem irritar a pele, os olhos, as vias respiratórias ou causar intoxicação se forem ingeridas. Dê preferência a produtos seguros para ambientes com pets e mantenha o animal afastado durante a limpeza.
A quantidade e o tipo de exercício variam conforme a espécie, raça, idade, condição física, estado de saúde e rotina do animal.
Cães costumam se beneficiar de passeios diários, brincadeiras e atividades compatíveis com seu porte e energia. Já os gatos, especialmente os que vivem em ambiente interno, precisam de estímulos como brinquedos, arranhadores, prateleiras, brincadeiras que simulem caça e interação com o tutor.
A prática regular de atividade física ajuda a manter o peso adequado, preservar músculos e articulações, estimular a mente e melhorar o bem-estar do pet. O sedentarismo e o excesso de peso podem favorecer problemas ortopédicos, metabólicos e comportamentais, além de reduzir a qualidade de vida.
Animais idosos, obesos ou com doenças cardíacas, respiratórias, articulares ou hormonais devem ter uma rotina de exercícios adaptada e orientada pelo médico-veterinário. Além disso, a atividade física deve estar associada a uma alimentação completa, balanceada e adequada às necessidades individuais do animal.
O cuidado com a saúde do seu animal de estimação não deve ocorrer apenas quando ele fica doente. É importante acompanhar a saúde do pet antes que desenvolva alguma doença. Isso é medicina preventiva.
A medicina preventiva inicia na primeira visita ao veterinário, assim que você adota ou compra seu animal de estimação, seja ele filhote ou adulto. Nessa consulta, o veterinário vai fazer um check-up, planejar um calendário de vacinação, de vermifugação e de controle de ectoparasitas, assim como te auxiliar nos cuidados diários com seu bichinho.
É importante ressaltar que a medicina preventiva deve fazer parte do manejo do seu pet ao longo de sua vida. Cães idosos, por exemplo, precisam de acompanhamento veterinário a cada 6 meses para identificar qualquer alteração de forma precoce. Nunca descuide das doses de reforço das vacinas e leve seu animal para check-ups regulares.
Antes de viajar, verifique se o seu pet está saudável e apto para o trajeto. Em viagens longas, de avião ou para outros estados/países, converse com o médico-veterinário com antecedência para avaliar a necessidade de vacinas, documentos, atestados ou cuidados específicos.
Durante o transporte, o animal deve ficar em um local seguro, ventilado e com temperatura adequada.
No carro, utilize caixa de transporte apropriada ou cinto de segurança com peitoral próprio para pets. Evite que ele viaje solto, no colo ou com a cabeça para fora da janela.
Leve itens familiares, como caminha, manta, pote de água, alimento habitual, brinquedos, guia, saquinhos higiênicos e medicamentos de uso contínuo, se houver.
Em viagens de carro, faça paradas regulares para que o pet possa beber água, fazer suas necessidades e se movimentar um pouco, sempre com guia e em local seguro.
Nunca deixe o animal sozinho dentro do carro, mesmo por pouco tempo. O calor pode aumentar rapidamente e colocar a saúde do pet em risco.
A melhor abordagem é prevenir, entender a causa do comportamento e utilizar métodos de treinamento positivo. Recompensar os comportamentos desejados, redirecionar atitudes inadequadas e manter uma rotina consistente ajudam muito no aprendizado do pet.
Evite broncas, punições físicas ou métodos que causem medo, dor ou estresse, pois eles podem piorar o problema e prejudicar o vínculo com o animal.
Também é importante lembrar que algumas mudanças de comportamento podem estar relacionadas a dor, doenças ou desconfortos.
Por isso, se o comportamento surgir de repente, for persistente ou envolver agressividade, medo intenso, ansiedade, destruição ou eliminação inadequada, procure orientação de um médico-veterinário e, se necessário, de um profissional especializado em comportamento animal.
Primeiro, é importante entender se esse comportamento é antigo ou se começou de repente.
Quando um cão que já fazia xixi no local correto passa a urinar pela casa, é recomendado consultar um médico-veterinário para descartar causas de saúde, como infecção urinária, dor, incontinência, alterações renais, diabetes, doenças hormonais ou uso de alguns medicamentos.
Se a causa for comportamental ou relacionada ao aprendizado, algumas medidas podem ajudar: mantenha uma rotina previsível, ofereça acesso frequente ao local correto, espalhe mais tapetes higiênicos pela casa temporariamente e reduza a quantidade conforme o pet for aprendendo. O “banheiro” deve ficar em local de fácil acesso e sempre limpo.
Quando o cão acertar, recompense imediatamente com petiscos, carinho ou elogios. Quando ele errar, evite broncas ou punições, pois isso pode gerar medo, ansiedade e dificultar o aprendizado. Limpe os locais de erro com produto removedor enzimático, pois o cheiro residual pode estimular o animal a urinar novamente no mesmo lugar.
Procure atendimento veterinário se houver sangue na urina, dor, esforço para urinar, aumento da sede, aumento da quantidade de urina, lambedura excessiva, apatia, mudança repentina de comportamento ou se o problema persistir mesmo com manejo adequado.
O primeiro passo é observar a rotina do cão: muitos animais costumam evacuar após acordar, brincar, caminhar ou se alimentar. Nesses momentos, leve-o ao local correto e aguarde com calma.
Enquanto ele está aprendendo, pode ser útil oferecer mais de uma opção de “banheiro” pela casa ou facilitar o acesso ao local escolhido. Quando ele acertar, recompense imediatamente com petisco, carinho ou elogio, para que associe aquele local a algo positivo.
Se ele fizer no lugar errado, evite broncas ou punições. Isso pode gerar medo, ansiedade e dificultar o aprendizado. Apenas limpe bem o local com produto removedor enzimático, pois o odor residual pode estimular o cão a repetir o comportamento no mesmo ponto.
É importante ter paciência e manter consistência por vários dias ou semanas. Se o problema surgir de repente, persistir apesar do manejo ou vier acompanhado de diarreia, esforço para evacuar, sangue nas fezes, dor, apatia ou mudança no apetite, procure um médico-veterinário para descartar causas de saúde.
Nem sempre. Muitos cães pedem comida porque aprenderam que esse comportamento funciona: se recebem petiscos, restos de comida ou atenção quando fazem “olhar pidão”, tendem a repetir a atitude. Isso não significa, necessariamente, que estejam com fome.
Oferecer comida sempre que o pet pede pode contribuir para excesso de peso, seletividade alimentar e desequilíbrio da dieta. Por isso, é importante manter uma rotina alimentar adequada, com quantidade orientada pelo médico-veterinário, e evitar petiscos em excesso. Em geral, petiscos devem representar apenas uma pequena parte das calorias diárias do animal.
Para reduzir esse comportamento, evite recompensar o pedido com comida. Em vez disso, ofereça outras formas de atenção, como brincadeiras, carinho, passeios, comandos simples ou brinquedos interativos. Também pode ajudar alimentar o cão antes das refeições da família ou deixá-lo em um local tranquilo com um brinquedo apropriado durante esse momento.
No caso dos gatos, especialmente os que vivem em ambientes internos, o enriquecimento ambiental é muito importante. Brinquedos que estimulam caça, arranhadores, prateleiras, esconderijos, comedouros interativos e pequenas porções de alimento distribuídas de forma planejada podem ajudar a estimular movimento e comportamento natural.
Se o pet parece ter fome excessiva, perdeu ou ganhou peso sem explicação, está bebendo muita água, urinando mais, vomitando, tendo diarreia ou mudança importante no apetite, procure atendimento veterinário. Algumas doenças também podem alterar o apetite.
O enriquecimento ambiental é um conjunto de estratégias que torna o ambiente mais interessante, seguro e adequado às necessidades físicas, mentais e comportamentais de cães e gatos. O objetivo é estimular comportamentos naturais, como brincar, explorar, farejar, caçar, roer, escalar, arranhar, descansar em locais seguros e interagir de forma positiva com o tutor.
Para gatos, pode incluir arranhadores, prateleiras, esconderijos, brinquedos que simulam caça, comedouros interativos, locais elevados, caixas de areia adequadas e áreas tranquilas para descanso. Para cães, pode envolver passeios, brincadeiras, brinquedos recheáveis, desafios alimentares, treino com reforço positivo, atividades de faro e interação social segura.
Alguns recursos devem ficar disponíveis todos os dias, enquanto outros podem ser alternados para manter o interesse do animal. Quando bem planejado, o enriquecimento ambiental ajuda a reduzir tédio e estresse, favorece o gasto de energia, estimula a mente e contribui para o bem-estar.
Para agendamentos, por favor, entre em contato por WhatsApp.